21 de agosto de 2017

aprendendo a viver com menos

O minimalismo tá super em alta, né? Em todos os sites e blogs em que entramos, até em matérias de tv, todo mundo tem algo a dizer sobre esse conceito ou alguma dica para dar.
Minimalismo pra mim não é ter a casa e guarda roupa em tons de preto e branco, mas sim, manter só o necessário, e o que se AMA.


Vou contar pra vocês que eu sempre tinha uma dificuldade enorme de desapegar das coisas, sabe? Por mais que eu não usasse e aquilo estivesse encalhado a séculos, sempre vinha aquela pulguinha atrás da orelha de que 'ai, mas eu gastei dinheiro nisso, agora vou ter que me livrar, é dinheiro jogado fora e bla bla bla'. Demorou muito tempo pra entrar na minha cabeça de que só o fato de estar ali sem uso nenhum, já era um desperdício. Demorou até esse ano.

Já contei pra vocês que comecei a trabalhar com o boy esse ano e estamos morando junto. Todos os anos ele e meus sogros passam uma temporada no interior de SP, a trabalho, sempre de fim de junho a final de outubro/início de novembro. Nos anos anteriores, a gente vivia um relacionamento à distância nessa época. Hard and sad, but possible. Nesse ano, como trabalho junto, tive que vir junto na mala também, haha.

Isso significou que, pra passar esses meses aqui, tive que juntar tralhas suficientes apenas para três, no máximo quatro malas e deixar todo o resto, todo o meu apê lindo e decorado pra trás por cinco meses.

Achei que ia morrer, óbvio.

Pelo contrário, essa experiência abriu minha mente de um jeito que nenhum texto ou conceito tinha feito antes. Já estou aqui a um pouco mais de dois meses e não senti falta de nenhuma das coisas que deixei pra trás.
Roupas? Levei um terço do que tinha, incluindo todas as minhas favoritas, e poderia sobreviver com o que tenho pro resto da vida. Meus livros? Trouxe comigo uma série policial e o box de Game of Thrones. Tô tão viciada em séries, que comecei o primeiro de GoT e ainda não terminei. Os outros quinhentos que tenho no apê? Não me fazem falta nenhuma.

Já tenho na minha cabeça que, ao voltar, a faxina e o desapego podem (e devem!) ser enormes, porque o que eu realmente amo e uso vieram comigo nessas quatro malas. Quero mais do que nunca pôr o desapego em prática, e viver bem, com menos e com consciência.

É aquela máxima, né? Se não fez falta é porque você não precisava.

E aí, já desapegaram hoje? :)


9 de agosto de 2017

7 on 7 agosto

Mais um 7 on 7 sem grupo e que nem sai no dia certo. Anyway. Mais uma seleção das minhas sete fotos preferidas do último mês. ♥ No insta @suuh_e, já me segue por lá?









Esse mês de julho (e comecinho de agosto) teve muito passeio, muita comida, muitas fotos de plantas e de céu.
Já contei pra vocês que sou doente por futebol? (quem me segue no twitter (@suuh_e) já sabe pois narro muitos jogos por lá, hahaha). Sou colorada DOENTE e depois de muito tempo consegui ir num jogo em estádio novamente ♥. Só não foi 100% porque sabe, ir de torcida visitante é TIRRIVEL, mas é maravilhoso quando a vitória vem. Porfavorzinho @Deus acaba logo com essa vida triste que é a série b, obrigada.

Finalmente comecei a ler Game of Thrones. Enrolei por MUITO tempo pois tenho o box versão pocket, ou seja, folhas brancas quase transparentes, letra miúda e euzinha aqui quase ficando cega, porém segue o baile. Um episódio por semana é muito pouco para a viciada que sou, maratonar livros, aqui vou eu \o/ 

E vocês, o que fizeram nesse mês? ♥


4 de agosto de 2017

minha experiência com o bullet journal

Vocês provavelmente já cansaram de ver posts por aí exaltando esse queridinho da organização, o tal do bullet journal. Ou bujo, pros íntimos, haha. Resolvi postar sobre o meu, o que funcionou pra mim e o que não deu certo, vai que ajuda alguém aí, né?

Comecei a usar o bujo ano passado, quando a febre começou, lembram? Era péssima nos layouts, pulava muitos dias, não me entendi direitos com as tais ~keys~ e etc etc etc. Como eu tinha uma agenda no trabalho, ficava muito desfocado e não conseguia utilizar os dois com uma frequência que me agradasse e acabava não me organizando at all.
Esse ano que troquei de emprego e tô me aventurando no mundo do home office, testei o bujo novamente, já que poderia deixar tudo organizado num só lugar.










Hoje, depois de sete meses usando com frequência, posso dizer que: não é o método pra mim.

Claro, tem muitos prós, muitas coisas que gostei muito: a liberdade de ter o espaço que quer, de ter um dia que leve duas folhas e outro que precise só de algumas linhas; poder usar qualquer caderno; poder decorar do jeito que quiser.

Mas essa mesma liberdade que amei, também não funcionou pra mim. LIBERDADE DEMAIS. Eu sou uma pessoa muito, mas muito preguiçosa, e toda essa liberdade dele fez com que a preguiça se instalasse de vez e não me ajudasse na organização. Só de pensar que pra cada mês/semanae/ou dia eu tinha que montar um layout, já me dava cansaço pra continuar.

No começo me senti meio frustrada, pois via todos aqueles layouts lindos em instagrams afora e o meu aqui, todo abandonadinho e meio largado. Depois meio que taquei o foda-se, né? hahaha. Percebi que se não é o método que me ajude, tem vários outros por aí pra serem testados, uma hora ou outra a gente acha aquele que aquiete e ajude realmente no nosso dia-a-dia.

Por enquanto, continuo procurando.
Alguém aí tem alguma experiência pra contar?


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