14 de fevereiro de 2015

conheça: sky ferreira

Sky Tonia Ferreira (Los Angeles, Califórnia, 8 de julho de 1992), mais conhecida como Sky Ferreira, é uma cantora, compositora, modelo e atriz norte-americana, descendente de brasileiros e portugueses.
Depois de se tornar uma sensação do MySpace, em Julho de 2009, Sky assinou um contrato com a EMI e começou a trabalhar no seu álbum de estréia. Ela trabalhou com The Virgins, The Shoes, The Bloody Beetroots, Steve Aoki e Aeroplane.
Em 2009, Sky fez uma pequena aparição no clipe Pop the Glock, da cantora Uffie. No mesmo ano Sky também fez seu primeiro filme, chamado Putty Hill, o filme tem uma produção independente e está sendo exibido em vários festivais.
Sky Ferreira lançou seu primeiro videoclipe em 06 de abril, de 2010, o clipe foi para a música “17″ e teve direção de Cass Bird, o single foi lançado em 18 de maio, porém, apenas como single promocional nos Estados Unidos.
Sky lançou seu primeiro single oficial apenas para o Reino Unido, o single chamado “One” foi produzido por Bloodshy & Avant, e lançado em 23 de Agosto de 2010, o videoclipe foi lançado em 02 de julho no canal oficial da Parlophone Records no YouTube.
O primeiro single oficial para os Estados Unidos se chama “Obsession”, a música foi lançada oficialmente em 13 de Setembro de 2010, e foi produzida por Ryan Tedder da banda One Republic. Sky conseguiu contrato com uma grande gravadora e com ótimos produtores, ela já é apontada como uma grande promessa para 2012. Seu primeiro EP intitulado “AS IF!" foi lançado dia 23 de Março de 2011 e teve como single “Sex Rules”, que foi usado para promover o comercial da CK One, no qual Sky é modelo.


O segundo EP de Sky, Ghost foi lançado em Outubro de 2012 pela Capitol Records com colaborações de produtores como Jon Brion (conhecido pelo trabalho com Fiona Apple), Greg Kurstin (produtor de Lily Allen, Kelly Clarkson) e Ariel Retchshaid, que foi o principal produtor de seu projeto seguinte. O principal single do EP foi a música Everything is Embarrasing com um clipe musical dirigido pela amiga da cantora, Grant Singer.
Seu debut ” Night Time, My Time” foi lançado em Outubro de 2013. Sendo continuamente adiantado devido à problemas da cantora com a gravadora Capitol Records, o albúm teve vários títulos pensados durante sua evolução como I Will, Wild At Heart e I’m Not Alright. Segue um estilo musical diferente de seus EPs e singles anteriores, sendo influenciado por um pop oitentista e pelo grunge. O primeiro single foi “You’re Not the One, lançado em Setembro, acompanhando o lançamento do albúm no mês seguinte. Night Time, My Time foi bem recebido pela crítica e selecionado por vários sites e revistas especializadas em música como Rolling Stones e Stereogum, como um dos melhores albúns de 2013.

Para conhecer:




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7 de fevereiro de 2015

6 on 6 fevereiro


Nosso projetinho 7 on 7 virou 6 on 6 nesse mês com o melhor tema do mundo: livros <3 Como sou procrastinadora, deixei pra última hora e é claro que além de atrasar um dia, coloquei algumas fotos velhas nessa seleção. :)
Ainda queremos voltar a ser um 7 on 7, entããão se alguma das leitoras tem blog e tem interesse, me avise!






Para ver as fotos das outras meninas do projeto:


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3 de fevereiro de 2015

a garota que tinha medo - breno melo

Sinopse: Marina é uma jovem que faz tratamento para a síndrome do pânico. Às voltas com o ingresso na universidade, um novo romance e novas experiências, Marina tem seu primeiro ataque de pânico. Sua vida vira de cabeça para baixo no momento mais inapropriado possível e então psiquiatras e psicólogos entram em cena. Acompanhamos suas idas ao psiquiatra e ao psicólogo, o tratamento farmacológico e a psicoterapia. Ao mesmo tempo, conhecemos detalhes de sua vida amorosa e sexual, universitária e profissional, social e familiar na medida em que elas são marcadas pela síndrome. Um tema atual. Uma excelente obra tanto para conhecimento do quadro clínico como entretenimento, narrada com maestria e de uma sensibilidade notável.

A garota que tinha medo conta a história de Marina, uma adolescente em uma das fases mais difíceis: a do pré vestibular. Em meio à pressão infernal da mãe com os estudos, um namoro mais ou menos e quase nada de vida social, Marina começa a ter sintomas estranhos. 
O que ela achava ser um mal estar passageiro, acaba se repetindo várias e várias vezes. Após milhares de exames dando negativo e quase sem esperança de diagnóstico, Marina é encaminhada à um psiquiatra e então sim, diagnosticada com a síndrome do pânico.
Com pouquíssimas pessoas a apoiando ela vê o que deveria ser a melhor época da sua vida passar como um pesadelo.



O livro é narrado em primeira pessoa e dividido em fases: antes dela receber o diagnóstico, o durante, o tratamento, e a vida sob controle depois do pesadelo.

O modo como o autor descreve os sintomas é incrível, me senti dentro do quarto junto com a Marina e acompanhando o seu sofrimento, seu tratamento, o modo corajoso como ela vai, aos poucos, enfrentando cada um dos seus medos e fantasmas do passado e finalmente a volta por cima. A gente vai se envolvendo tanto com a personagem que é impossível largar o livro antes do final.




"Tive a sensação de que aquele corpo que se desesperava não era meu, e ainda assim eu sofria por ele. Entre minha mente e meu corpo havia uma barreira. Eu assistia a mim mesma como se fosse outra, e não podia fazer nada por mim."

A história me surpreendeu muito, e positivamente. Devorei em apenas um dia, de tão tocante, profunda e bem escrita. Foi o primeiro que li nesse estilo e gostei muito. Minha mãe já foi panicosa e embora faça muito tempo que não tenha crises e que tudo aconteceu antes de eu nascer, sempre soube o quanto era ruim, só não detalhadamente.

O preconceito é abortado muito bem no livro, e acontece realmente até hoje. Muitas das doenças psicológicas são tratadas como "frescura" pelos leigos e por quem nunca teve e/ou conviveu com isso.
 





A história é belíssima, e recomendo muito. Pra quem ainda não conhece muito sobre a síndrome, esse livro é um prato cheio.
“Dizem que não nascemos com a sensação de medo, mas que a adquirimos ou a aprendemos; e o aprendizado se dá através da observação de terceiros. Ver alguém com medo exagerado diante de um trovão ou de uma barata pode nos levar, na tenra infância, a acreditar que os trovões ou as baratas são exageradamente perigosos. E então crescemos com essa ideia adormecida em algum lugar das nossas mentes. Numa linguagem mais clara, nossos medos irracionais estão em nosso inconsciente, nesse terreno em que quase ninguém pisa.”

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